Direção de arte aplicada ao espaço: orientação, conteúdo e marca em escala real.
Em grandes eventos, cenografia não é “decoração”: é infraestrutura visual. É ela que organiza o espaço, dá hierarquia ao conteúdo, conduz o público e mantém a marca legível do primeiro impacto ao último detalhe — do credenciamento à plenária, da sinalização ao palco.
Minha atuação nesse campo combina direção de arte, design gráfico e visão sistêmica, pensando o espaço como uma interface: entrada, fluxos, pontos de atenção, áreas de conteúdo e marcos visuais. O objetivo é claro: experiência fluida para o público e consistência para a marca, sem ruído e sem improviso.
Tenho experiência recorrente em projetos de grande porte, com entregas para:
LATAM Retail Show (2020–2025) — Expo Center Norte (São Paulo)
Campus Party (2021–2023) — edições São Paulo, Brasília, Amazônia e Rio Branco
Retail Trends Pós-NRF — ativações, cenografia e conteúdo aplicado
ABEMF (2022–2024) — encontros, experiências e comunicação de evento
Autocom — aplicação de sistemas visuais em ambiente de feira
Meu trabalho parte de três perguntas simples — e bem práticas:
Como o público chega, circula e entende o espaço? (wayfinding / sinalização / legibilidade)
Que conteúdo precisa de hierarquia? (palco, telas, programação, mapas, ativações)
Como a marca se sustenta sem virar ruído? (consistência, ritmo visual, respiro)
A partir disso, desenho um sistema aplicado ao espaço, que pode incluir: credenciais e kits, banners e painéis, mapas e sinalização, conteúdo para telões, peças digitais e variações para diferentes áreas do evento. Em vez de somar “peças”, eu construo uma linguagem que organiza o evento inteiro.
Esse repertório em grandes eventos sustenta meu movimento para o campo cultural: exposições, museus e projetos institucionais também dependem de espaço, narrativa e orientação — com o mesmo rigor de linguagem, só que com outra matéria simbólica.

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